Celebrando um Futuro Possível no CIVI-CO

Nesta época onde os corações se enchem de luz e esperança, queremos celebrar ao lado de cada um de vocês que nos acompanharam o ano todo. Daqui, onde cada passo é uma semente plantada e cada esforço é um eco de mudança, desejamos boas festas repletas de paz, harmonia e amor. Em nossa jornada rumo a um mundo mais sustentável, somos gratos por cada ideia, gesto e sorriso que tornam possível um futuro promissor. No seio desta Comunidade apaixonada pela transformação, o futuro é mais do que uma expectativa: é uma realidade que construímos juntos e juntas. Chegamos ao final de 2023 com aquele sentimento de dever cumprido, mas também com muita motivação para expandir a nossa Comunidade em 2024, sempre com muito respeito pelo nosso planeta e por cada ser que nele habita. Podemos contar com a sua colaboração nesta missão de promover uma sociedade mais justa, equânime e sustentável? Aproveitamos para informar que estaremos em recesso de 25/12/23 a 01/01/2024. Será um momento para descansar, refletir e recarregar nossas energias. Feliz Natal e um próspero Ano Novo! Que os dias vindouros sejam repletos de realizações, saúde e conquistas. Em 2024, vamos seguir juntos e juntas criando futuros possíveis. Com carinho e gratidão, Time CIVI-CO.
Agricultura urbana pode contribuir para segurança alimentar nas cidades em tempos de crise climática

A agricultura praticada nos centros urbanos precisa sair da invisibilidade e ser claramente posicionada como uma das estratégias de promoção da segurança alimentar nas cidades. Esse é o alerta feito pelo novo estudo do Instituto Escolhas, Como o Governo Federal pode apoiar os municípios no fomento à produção local de alimentos? que traz recomendações para a gestão pública nacional – considerando a implementação do Programa Nacional de Agricultura Urbana e Periurbana (lançado em setembro) – além de dados inéditos sobre o potencial de produção de alimentos e seus benefícios em três capitais brasileiras – Curitiba, Recife e Rio de Janeiro. Na capital paranaense, 96% das pessoas em situação de pobreza no município (de um total de 143.835 pessoas) poderiam ser abastecidas por ano com 4.859 toneladas de alimentos produzidos em apenas 5% das áreas potenciais mapeadas pelo estudo. Os dados fazem parte da análise dos potenciais benefícios da expansão da agricultura urbana e do levantamento de custos nos três estudos de caso. Para o Recife, o atendimento absoluto das 348.863 pessoas em situação de pobreza exigiria a ocupação de 27% das áreas em potencial mapeadas. O Rio de Janeiro enfrenta desafio maior, por ter mais de 1 milhão de pessoas inscritas no CadÚnico em situação de pobreza. Para atendimento integral desse contingente, seria necessária a ocupação de 74% das áreas ociosas mapeadas. Lançado nesta terça-feira (05/12), quando todas as atenções estão voltadas para a Conferência do Clima (COP-28), em Dubai (Emirados Árabes), o estudo ressalta o compromisso do Governo Federal com a agenda da alimentação e do combate à fome em um contexto no qual os efeitos da crise climática sobre a produção de alimentos já são percebidos. “Fortalecer a agricultura urbana é um caminho para gerar emprego e renda, promover a resiliência dos mercados locais diante de possíveis crises de abastecimento, reduzir o desperdício de alimentos e expandir as áreas verdes nas cidades, essenciais para a mitigação de efeitos da crise climática como as ondas de calor”, explica Jaqueline Ferreira, gerente de portfólio do Escolhas e responsável pela pesquisa. “E o Governo Federal é a instância capaz de liderar um acordo multissetorial em favor da agricultura urbana, estimulando todos os níveis de governos, instituições públicas, privadas e sociedade civil a incluir a produção de alimentos em suas agendas prioritárias, seja para enfrentar o desafio de alimentar 27 milhões de brasileiros com fome nas cidades, seja para incentivar um novo modelo de desenvolvimento urbano mais saudável e sustentável”, completa. Desenvolvida em parceria com as prefeituras de Curitiba, Recife e Rio de Janeiro e com a Cátedra Josué de Castro do Nupens/USP, a pesquisa identificou os gargalos que prejudicam a consolidação da agricultura nas cidades. Entre eles, está a ausência ou insuficiência de regulamentação sobre a produção e suas características, fazendo com que a agricultura urbana não seja devidamente incluída no planejamento urbano. Outro problema é o baixo ou nenhum conhecimento sobre áreas disponíveis para a expansão da produção. O município é a unidade administrativa mais próxima do território onde ocorre a agricultura urbana e periurbana e é lá que se realiza a gestão do recurso mais importante para a atividade: a terra. Não há como fomentar o aumento significativo da produção de alimentos nas cidades se o município não considerar a agricultura como um uso possível para os espaços urbanos. “Pensando nisso, o estudo sugere também uma tipologia das áreas potenciais para a agricultura urbana e seus possíveis usos. O Governo Federal pode ajudar os municípios na superação de obstáculos concretos relacionados ao acesso à terra, desenvolvendo e implementando uma tipologia como essa. Vale lembrar que esse tipo de levantamento, fundamental para orientar a ação da gestão municipal, nunca havia sido feito”, pontua Jaqueline. Foi a partir de todo esse material que o estudo chegou às três recomendações que respondem à pergunta do título. São elas: aportar recursos financeiros, mobilizar a sociedade e orientar, capacitar, disseminar conhecimento sobre a agricultura urbana. “Ao atacar esses três pontos, o Governo Federal deve transformar positiva e definitivamente o cenário da agricultura urbana e periurbana no país”, afirma Ferreira. Agricultura nas cidades O Instituto Escolhas já publicou estudos detalhados sobre a produção de alimentos na cidade de Belém e na Região Metropolitana de São Paulo, bem como sobre os serviços ecossistêmicos da agricultura na metrópole. O Escolhas também fez um levantamento sobre estabelecimentos agropecuários em oito regiões metropolitanas e mapeou 100 políticas municipais de agricultura urbana em todo o país. Todas as publicações estão disponíveis para acesso ou download aqui.
CIVI-CO 6 anos: transformando ideias em soluções

A Comunidade CIVI-CO celebra seu sexto aniversário marcando uma jornada de colaboração, inovação social e impacto positivo. Durante esses seis anos, esse ecossistema visionário se tornou uma referência de mudança, unindo mentes criativas e apaixonadas para transformar ideias em soluções para um mundo mais sustentável e inclusivo. Desde a fundação, o CIVI-CO é um espaço de convergência, onde ativistas, empreendedores sociais e entusiastas se unem para enfrentar desafios. Essa plataforma colaborativa tem cultivado uma cultura de cooperação, onde a diversidade de perspectivas e experiências é valorizada, impulsionando a criação de soluções inovadoras e impactantes. “Um lugar para estar juntos, um lugar de encontros improváveis, que tornam esse espaço tão maravilhoso”, as belas palavras da Ana Luíza Prudente, COO do CIVI-CO, resumiram os valores da Comunidade durante as comemorações de aniversário. Colaboração no centro de tudo Ao longo desses anos, alcançamos conquistas notáveis. Inúmeras iniciativas foram fomentadas e ampliadas, desde projetos locais até programas de alcance mundial, abrangendo diversas áreas, como: conservação ambiental, justiça social, educação, saúde e tecnologia. Os resultados tangíveis não são apenas números, mas histórias de mudança e superação. Projetos de equidade de gênero (Herself Brasil), educação antirracista (Piraporiando), preservação de ecossistemas (Sea Sherpherd), programas que capacitaram e criaram comunidades (Feira Preta), soluções tecnológicas que revolucionaram o acesso a recursos (Fundo Agbara) – essas são apenas alguns exemplos de como o CIVI-CO deixou sua marca no mundo. O Futuro é possível No entanto, este aniversário não é apenas sobre olhar para trás e celebrar realizações passadas, é também um momento para renovar o nosso compromisso com um futuro melhor. À medida que entramos no próximo capítulo, o CIVI-CO reafirma seu comprometimento com a inovação contínua, a colaboração e o impacto sustentável. Novas parcerias serão forjadas, principalmente buscando soluções fora do eixo sudestino, com foco na expansão digital para as regiões Norte e Nordeste. Reconhecemos que o caminho à frente pode ser desafiador, mas é impulsionada pela crença inabalável na capacidade coletiva de fazer a diferença. Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de iniciativas visionárias e colaborativas para enfrentar os desafios prementes desta sociedade globalizada. Venha para o CIVI-CO você também! Neste aniversário, convidamos a todos(as) a se unirem nesta jornada. Seja você um(a) defensor(a) apaixonado(a) da sustentabilidade, um(a) inovador(a) ávido(a) por novas soluções ou alguém que promove a transformação positiva, há um lugar para você nesta Comunidade de fazedores(as). À medida que celebramos seis anos de conquistas, olhamos para o futuro com esperança, determinação e o compromisso renovado de construir um mundo mais justo, inclusivo e sustentável para as gerações futuras. Parabéns à Comunidade CIVI-CO por seis anos de impacto transformador!
Quando a COP 30 chegar

por Instituto Escolhas A imagem da floresta imponente, vista de cima, ainda predomina. No entanto, cada vez mais, é importante olhar a Amazônia também com os pés no chão, de onde é possível dialogar com as populações desse território. Foi esse, de certo modo, o convite feito pelo governo brasileiro ao mundo, ao propor a realização da COP 30 em Belém, no Pará. Com uma agenda fortemente pautada nas políticas sociais, o governo Lula tem na Amazônia seu grande desafio. À riqueza da biodiversidade contrapõe-se um modelo de país ainda atrelado a atividades potencialmente danosas ao meio ambiente e promotoras do desmatamento. Diante disso, quais caminhos de desenvolvimento sustentável o Brasil terá a mostrar quando a COP 30 chegar? O estudo “Como a bioeconomia pode combater a pobreza na Amazônia?”, do Instituto Escolhas, analisou os estados do Pará e Maranhão para mostrar o potencial da recuperação florestal e da horticultura como atividades geradoras de emprego e renda. Já temos, aí, duas possibilidades. A pesquisa estima, por exemplo, que a recuperação de 5,9 milhões de hectares de florestas no Pará poderia gerar 1 milhão de empregos diretos e diminuir em 50% o índice de pobreza naquele estado. Já no Maranhão, a recuperação de 1,9 milhão de hectares de florestas poderia criar 350 mil empregos diretos e reduzir em 21,5% o índice de pobreza. A redução da pobreza e o aumento da oferta de empregos formais são importantes, também, para que o Brasil atinja a marca do desmatamento zero, como mostrou outro estudo do Escolhas, “O combate à pobreza pode contribuir para o fim do desmatamento no Brasil?”. Seja qual for a situação, os governos federal e estaduais têm, evidentemente, um papel essencial no desenvolvimento e na implementação das políticas sociais voltadas para o fortalecimento das cadeias produtivas da Amazônia, bem como nas políticas de geração de emprego e renda. Assim, quando a COP 30 chegar, a inclusão do combate à pobreza na agenda da mitigação das mudanças climáticas e do desenvolvimento sustentável já deve ser realidade. Saiba mais
ESG como ferramenta para a justiça racial

Através de muita luta e direitos conquistados, a diversidade racial finalmente está atraindo as grandes empresas, startups e negócios de impacto para modificar essa realidade no nosso país. De acordo com o Instituto Ethos, menos de 5% dos líderes e CEOs são pessoas negras. A influência das estratégias e métricas ESG (ambiental, social e governança, em português) definiram abertamente as metas corporativas de diversidade e inclusão, apresentando os benefícios sociais e resultados financeiros, que podem ser proporcionados em prol da igualdade social. Urgência por diversidade Dentre os desafios enfrentados no setor econômico brasileiro, a prioridade é a criação de um ambiente realmente diverso, inclusivo e equitativo, que incorpore as dimensões de raça e gênero em sua gestão estratégica e cultura organizacional. Historicamente, quando falamos em diversidade no mercado de trabalho, a população negra teve o acesso à liberdade e educação negados – e isto impacta até hoje nos números e métricas da nossa sociedade. A inserção de políticas públicas mínimas possibilitou a abertura de algumas portas na sociedade, porém a realidade ainda esbarra no racismo estrutural. Contradição racial Os números comprovam que, mesmo em par de igualdade social, a população negra é excluída e rejeitada nos postos de liderança e tomadas de decisão no mercado. Enquanto 56% dos(as) brasileiros(as) se declaram negros(as), apenas 4,7% ocupam uma posição de liderança no mundo corporativo. Esses números escancaram a dificuldade de ascensão profissional da população preta e parda no Brasil. Quando falamos nos dados das mortes pela polícia, 84% dos alvos são corpos negros. Outro dado alarmante é o da população carcerária: lá em 2021, a porcentagem de pessoas negras era de 67,5%. Infelizmente esses dados nos lembram que a luta pela diversidade tem que ser contínua e obrigatoriamente deve fazer parte da pauta ESG. Trilha do Racismo Estrutural”, por AD Junior “Eu sou descendente direto do maior crime cometido pela humanidade com pessoas negras e você precisa entender sobre isso. Espero que todos consigam acessar essa trilha do racismo estrutural e possam aprender que essa pauta cabe a todos nós.” AD Junior, comunicador, empresário e ativista das causas raciais. Agora em 2023, o CIVI-CO relança o conteúdo da série “Trilha do Racismo Estrutual – por AD Junior” no formato de podcast, como parte de uma ação educativa para o #NovembroNegro, mês de conscientização racial no Brasil. Hoje temos mais representatividade política e podemos acreditar e construir juntos e juntas uma nação mais consciente e que promova a justiça racial. Nos 4 episódios do podcast, AD Junior irá nos ensinar sobre o histórico racista e classista do Brasil, desde a época da escravização até as conquistas mais recentes. Aprender com esse conteúdo é um excelente exercício para impedir que o passado continue a nos assombrar. Vamos construir um futuro justo e equânime, porque no CIVI-CO ele está acontecendo. 🎙 OUÇA JÁ O PODCAST! 🎙 A “Trilha do Racismo Estrutural” foi produzida em uma parceria entre CIVI-CO, Pod Space e Digitale. Com texto, narração e ideia original de AD Junior.
Meia Hora para impactar o mundo

É possível mudar o mundo em meia hora? Esse é o propósito do podcast “Meia Hora de Impacto”, que conta com a participação de empreendedores(as) da Comunidade CIVI-CO e de especialistas do setor de inovação. Durante 30 minutos, queremos transformar conversas em verdadeiras trocas de oportunidades e conexões entre os(as) participantes e ouvintes, através de um jogo de perguntas e respostas. 🎙 OUÇA JÁ o podcast “Meia Hora de Impacto” 🎙 Nesse espaço de diálogo e reflexão, cada episódio do podcast, apresentado por Ana Luiza Prudente (COO do CIVI-CO), mergulha em temas diversos, desde modelos de negócios sustentáveis até tecnologias emergentes, sempre com foco na busca por soluções para desafios socioambientais. Os(As) empreendedores(a) da Comunidade CIVI-CO trazem suas experiências inspiradoras, compartilhando não apenas seus sucessos, mas também os obstáculos enfrentados no caminho da inovação social. Por outro lado, os(as) especialistas convidados(as) contribuem com ideias valiosas e tendências do mercado, enriquecendo essas conversas. Criando conexões Além disso, cada episódio não se limita apenas à discussão teórica; busca-se também ações práticas e conexões para impactar positivamente comunidades e o meio ambiente. O objetivo é não apenas informar, mas também inspirar e motivar a audiência a se envolver ativamente em projetos de impacto. O “Meia Hora de Impacto” é um terreno fértil de ideias e colaborações, conectando grandes soluções, investidores, mentores e ativistas para fortalecer o movimento em prol de um mundo mais sustentável e equitativo. 📺 ASSISTA também pelo YouTube 📺 Aqui o Futuro é possível O CIVI-CO é um hub de inovação socioambiental formado por uma comunidade com mais de 120 negócios e instituições de impacto positivo que trabalham para buscar soluções transformadoras para o planeta. À medida que o podcast continua sua jornada, o CIVI-CO está explorando novas formas de expandir essa plataforma de intercâmbio de conhecimento e networking. Planos futuros incluem a criação de workshops práticos, eventos presenciais e uma plataforma digital interativa para continuar a fomentar a colaboração e o desenvolvimento de soluções inovadoras. Essa iniciativa representa não apenas um conteúdo audiovisual, mas um movimento crescente em direção a ações comprometidas com a mudança positiva, um espaço onde ideias se transformam em ações concretas. Na Comunidade CIVI-CO, o impacto é medido não apenas pelas palavras, mas por atitudes que inspiram. Tire meia hora do seu dia para impactar o mundo! O “Meia Hora de Impacto” é um conteúdo produzido pelo Estúdio CIVI-CO by Pod Space e distribuído pela: Mercado Sonoro.
Oportunidades.com.br

por Mulheres Connectadas A busca pela igualdade de gênero e a construção de um futuro mais sustentável e inclusivo estão no centro da Agenda 2030 das Nações Unidas e dos princípios ESG. A startup de tecnologia social Mulheres Connectadas emerge como um exemplo inspirador de como esses objetivos podem ser concretizados de maneira efetiva e impactante. Criada por duas empreendedoras pretas do interior de Alagoas, Alessandra Pontes e Gesyca Santos, a Mulheres Connectadas se propõe a sanar o gap de gênero na área de inovação, promovendo a igualdade e fortalecendo a diversidade nos ambientes de negócios e na sociedade. Uma das conquistas notáveis foi a parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa (FAPEAL) e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB). O “Programa Centelha Alagoas” aumentou significativamente a presença de mulheres no processo de fomento. Antes, apenas 22% dos projetos de inovação submetidos tinham mulheres em suas equipes. Com a metodologia própria da startup, esse número subiu para 43% (FAPEAL, 2022). As práticas empresariais sustentáveis e igualitárias são fundamentais para promover a inclusão e a igualdade de gênero. Através do “Programa de Responsabilidade Social Corporativa”, a Mulheres Connectadas oferece um Selo de Reconhecimento de Impacto para empresas comprometidas com as mudanças culturais e a sustentabilidade, focando na Agenda 2030 da ONU. Loading… O resultado das ações da Mulheres Connectadas não se limita às empresas e instituições. Ele se estende para além de seus muros, influenciando positivamente as comunidades por meio de programas e transformando a vida de mulheres em áreas remotas, onde o acesso à tecnologia é limitado. Um exemplo é a “Jornada Start”, programa que estimula habilidades em programação tecnológica e capacita mulheres para participarem de editais e desenvolverem projetos de inovação. Além da alfabetização digital, elas participam da jornada “Liderança do Futuro” para entenderem a importância da presença feminina em cargos de liderança. Juntas, podemos construir um futuro mais equitativo e empoderador, onde a igualdade de gênero é uma realidade e as comunidades prosperam com base na diversidade. Seja você uma mulher em busca de capacitação ou uma empresa comprometida em fazer a diferença, a Mulheres Connectadas é uma aliada essencial para alcançar seus objetivos. As participantes do “Jornada Start” aprendem sobre tecnologia e liderança feminina. Saiba mais
Um Dia de Conexão e Reflexão no CIVI-CO

Na última terça-feira, 24 de outubro, a nossa Comunidade de empreendedores socioambientais reuniu-se para dois eventos significativos, que reforçaram o nosso compromisso com o futuro e a inovação. Pela manhã, aconteceu o “Encontro Comunidade“, evento de recepção dos novos membros. Uma oportunidade para os(as) representantes das organizações e instituições se apresentarem e compartilharem suas soluções com os colegas. À noite, o CIVI-CO se transformou em um espaço de reflexão e diálogo inspirador no primeiro “Encontro de Líderes” da Comunidade. Boas novas para começar No “Encontro Comunidade“, os(a) participantes puderam mergulhar na diversidade de iniciativas que se dedicam a causas socioambientais. Os(As) empreendedores(a) recém-chegados à Comunidade tiveram a chance de apresentar suas ideias e projetos inovadores, destacando como estão contribuindo para um mundo mais sustentável. Entre os novos membros do CIVI-CO estão: Revista Piauí Capital Reset Vetor Brasil Accura Gift Aid Nectus Ekuali Fika Conversas A atmosfera acolhedora e colaborativa do evento permitiu que os membros atuais e os novos se conectassem, trocassem experiências e construíssem redes de apoio. Uma noite potente O primeiro “Encontro de Líderes” do CIVI-CO reuniu os(as) CEOs e fundadores(as) de empreendimentos socioambientais de destaque para discutir as perspectivas e projeções da nossa Comunidade. Os(As) líderes compartilharam suas visões sobre o futuro da inovação sustentável. Para nós, foi uma oportunidade para apresentar novos projetos e benefícios para os membros do CIVI-CO. Este encontro proporcionou uma plataforma para trocar soluções sobre os desafios e oportunidades que surgem na interseção do empreendedorismo e da responsabilidade socioambiental. Os participantes também discutiram estratégias para fortalecer ainda mais a colaboração dentro da comunidade e impulsionar o impacto positivo que todos buscam alcançar. O engajamento na Comunidade Ambos eventos destacam o compromisso contínuo da Comunidade CIVI-CO com a escuta ativa dos seus membros e a importância de estarmos juntos(as) para aprender, compartilhar e colaborar. À medida que os membros novos e antigos se conectam e suas lideranças norteiam o caminho, o futuro parece promissor para o progresso da sustentabilidade global. Eventos como o “Encontro Comunidade” e o “Encontro de Líderes” fortalecem o laço que une esses(as) empreendedores(as) e os(as) capacitam a continuar fazendo a diferença em nosso mundo. Veja as fotos dos eventos CIVI-CO: lugar onde o futuro é possível.
Podcast Trilha do Racismo Estrutural- AD Junior

“Eu sou descendente direto do maior crime cometido pela humanidade com pessoas negras e você precisa entender sobre isso. Espero que todos consigam acessar essa trilha do racismo estrutural e possam aprender que essa pauta cabe a todos nós.”, com essa frase de AD Junior, informamos que a Trilha do Racismo Estrutural está de volta. Agora como Podcast, OUÇA! Em 2021, produzimos esse conteúdo para o YouTube, como parte de uma ação educativa para o Novembro Negro, mês de conscientização racial no Brasil. Passaram-se apenas dois anos, mas de lá para cá, algumas coisas mudaram. Por exemplo, o povo brasileiro conseguiu retirar um governo de retrocessos sociais. Hoje temos mais representatividade política e podemos acreditar e construir juntos e juntas uma nação mais consistente e preocupada com a pauta racial. Aqui na Comunidade CIVI-CO, também tivemos avanços consideráveis no quesito diversidade. Hoje temos uma maior equidade racial entre colaboradores e empreendedores negros e negras. Colaboramos com projetos em prol da diversidade racial como: a feira Vitrine Ubuntu, o programa Voto em Preto e sediamos o Cannabis Thinking Legado, que trouxe a justiça racial para o centro da conversa sobre descriminalização da cannabis. O racismo ainda é uma realidade no país Quando falamos nos dados das mortes pela polícia, 84% dos alvos são corpos negros. Outro dado alarmante é o da população carcerária: lá em 2021, a porcentagem de pessoas negras era de 67,5%. Por outro lado, apenas 4,7% dos brasileiros que se declaram negros estão em cargos de liderança nas empresas. Infelizmente esses dados nos lembram que a luta pela diversidade tem que ser contínua. Por isso, privilegiando a informação de qualidade e também difundindo a produção de conteúdo educativo, vamos relançar a Trilha do Racismo Estrutural no formato de podcast em todas as nossas plataformas de áudio. Nos 4 episódios, AD Junior, comunicador que narrou e idealizou a série, irá nos ensinar sobre o histórico racista e classista do Brasil, desde a época da escravização até as conquistas mais recentes. Será um excelente exercício para impedir que esse passado continue a nos assombrar. Vamos construir um futuro justo e equânime, porque no CIVI-CO ele é possível! A Trilha do Racismo Estrutural é uma série originalmente produzida para o YouTube e adaptada para podcast, em uma parceria entre CIVI-CO, Pod Space e Digitale. Com texto, narração e ideia original de AD Junior.
Nordeste sob os olhares do mundo

por Vale do Dendê Quantas vezes você planejou uma viagem para o Nordeste e não incluiu praias no seu roteiro? Aposto que quase nenhuma, não é? Houve um tempo que os olhares para o lado de cá não passavam por outro lugar se não as belezas naturais. O Nordeste brasileiro, com sua rica cultura e diversidade, tem conquistado cada vez mais destaque nos últimos anos. Além de suas belezas naturais e riquezas culturais, a região tem se destacado como um polo de inovação e transformação social, impulsionado por iniciativas inovadoras que geram impacto positivo em suas comunidades. Hoje, o Brasil e o mundo se dão conta da potência econômica e criativa que o Nordeste vem inspirando no mercado. Vejamos o caso da Vale do Dendê: uma organização social criada para fomentar ecossistemas de inovação e diversidade, tendo como foco principal a cidade de Salvador, na Bahia, mas com ações voltadas para todo o Nordeste. Com sete anos de atuação, o hub surgiu a partir de provocações sobre o potencial criativo do povo nordestino em um cenário com alta demanda por profissionais especializados nas profissões do futuro, falta de representação do público periférico no ecossistema de empreendedorismo e busca por empresas com mais ações de diversidade. “Nosso ecossistema empreendedor são ideias transformadas em projetos, que resultam em ações e impactam positivamente a vida de muita gente. Entendemos as necessidades da economia crescente no estado da Bahia com o olhar atento ao potencial empreendedor criativo da maior cidade negra brasileira. Desde 2016, fomentamos o afroempreendedorismo oferecendo conhecimento técnico e atividades que visam contribuir para a mudança do cenário tecnológico, econômico e inovador”, explica Paulo Rogério, cofundador e diretor executivo da Vale do Dendê. E é neste cenário que a organização investe seus esforços para provar que o Pelourinho, em Salvador, é tão propício aos negócios criativos quanto a Faria Lima, em São Paulo. Berço da tecnologia e criatividade Sob esse olhar que difunde inovação e diversidade, além da ótica da tecnologia, que Salvador recentemente foi palco do “Innovators Hive”, evento mundial do Google Cloud, que aconteceu na Cidade do México e na Vale do Dendê em novembro do ano passado. A promoção de ecossistemas mais igualitários despertou na empresa norte-americana o interesse na rede da organização social baiana. O evento trouxe treinamentos com os engenheiros do Google Cloud sobre as mais recentes tecnologias de nuvem, o programa de comunidade de desenvolvedores e discussões sobre a importância da diversidade e inclusão na área de tecnologia para a região. O Google, assim como tantas outras empresas e conglomerados, começou a entender a potência da diversidade não só em sua equipe, mas também o impacto que pode produzir em redes e ecossistemas criativos de cidades com o desenvolvimento a todo vapor. “É gratificante receber em Salvador um evento dessa importância, de caráter global, e que conecta com o nosso ecossistema local. Mostra que a nossa cidade tem se posicionado cada vez mais como uma metrópole aberta para a inovação e as tecnologias digitais”, destacou Paulo Rogério, que participou do evento como palestrante. A intenção é que cada vez mais empresas como o Google compreendam o potente mercado nordestino em sua totalidade, que cresce e alimenta a área de inovação, tanto em produtos, quanto em serviços e eventos. A experiência de um evento mundial de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo em pleno casarões do centro histórico de Salvador nos ensina que olhar para o diferente é agregar a diversidade a seu favor, ajudando a desenvolver um rico ecossistema. A Vale do Dendê aposta que ainda há muito potencial para criar e transformar vidas, carreiras e mercados. Saiba mais